Doação de Óvulos

Geralmente após os 45 anos de idade, a mulher perde a capacidade de produzir óvulos com qualidade suficiente para gerar o bebê.

Algumas mulheres acometidas por endometriose, cistos ovarianos, infecções, submetidas a cirurgias ovarianas ou mesmo aquelas que necessitaram de tratamentos oncológicos podem ter seu estoque de óvulos esgotados precocemente. A menopausa precoce não é rara, e pode acontecer em qualquer idade.

Para as mulheres que não apresentam óvulos em seus ovários, o único tratamento disponível no momento é a doação de óvulos. As doadoras de óvulos são mulheres também tentando engravidar que apresentam grande número de óvulos e se dispõem a doar para outras mulheres. Também existe a possibilidade de doação voluntária, mas em ambas as opções as doadoras não devem conhecer as receptoras e vice-versa.

Doadoras devem ter menos que 35 anos, boa saúde, apresentar tipo sanguíneo e características semelhantes à receptora. Os ciclos menstruais da doadora e da receptora devem coincidir (facilmente realizado com medicações). Como citado anteriormente, a receptora não pode saber sobre a origem e a doadora sobre o destino dos óvulos.

Realiza-se Fertilização In Vitro utilizando os óvulos da doadora e espermatozoides do marido da receptora, enquanto a receptora toma medicamentos que preparam seu útero para receber o embrião originado deste procedimento. A transferência é realizada na receptora e bebê é gerado no seu útero, com carga genética do marido e da doadora.

Procedimentos utilizando óvulos ou espermatozoides doados são bastante frequentes nos dias atuais e trazem satisfação plena aos casais.

As pesquisas para se produzir óvulos através de outras células do organismo feminino, como por exemplo, as células-tronco estão evoluindo e pode ser que brevemente a ausência de óvulos seja uma barreira vencida na luta contra a esterilidade.

 

Doação de óvulos – Requisitos necessários

As doadoras de óvulos devem ser mulheres jovens, saudáveis, sem históricos pessoais ou familiares de doenças hereditárias, doenças sexualmente transmitidas, entre outros.

Deve-se solicitar o grupo sanguíneo e o fator RH. Além disso, a resolução da ANVISA (RDC 33/2006) determina que a doadora deverá ter no máximo 35 anos de idade e ter feito exames para confirmar a ausência de doenças infectocontagiosas.

Os resultados para esse tratamento são os mais altos, uma vez que a doadora é jovem e teve o seu endométrio preparado sem interferência dos hormônios utilizados na superovulação (Indução da Ovulação).

As taxas de sucesso podem chegar a pouco mais de 60%. A gestação, de forma geral, possui os mesmos riscos da população geral.

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